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Moça, afaste o seu rosto,
Do rosto do moço,
Que tem em seus braços,
Pois ele é meu amado,
Ignorava que eu vinha,
Peço que compreenda,
Ele é, propriedade minha.
Moça, entenda que no desespero,
A gente é capaz de tudo,
Quando se ama até o fim,
Ele, vai causar mais um desengano,
No fim da festa cái o pano,
E ele volta para mim.
Moça, eu entre lágrimas suplico,
Para um momento esse tango,
E acompanhe-me ao espelho,
Moça, quero evitar de abrir a bolsa,
Porque eu não quero ver manchado,
Este salão, de vermelho.
Moça, eu entre lágrimas suplico,
Para um momento esse tango,
E acompanhe-me ao espelho,
Moça, quero evitar de abrir a bolsa,
Porque eu não quero ver manchado,
Este salão, de vermelho....
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Copyright © 2004 -
Ilnio de Mello Franco -
Cruzeiro/SP
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