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Casar, casar,
Com Maria Guilhermina,
Desde de novo eu tive a sina,
Foi a sorte que marcou.
(bis)
Eu fui à rua, assistir um casamento,
Fui muntado num jumento,
Jegue preto saltador,
O miserave, acuou-se numa esquina,
Donde tava Guilhermina e no chão me derribou.
Eu espiei, Guilhermina foi chegando,
Devagar se balançando, nóis peguemo a namorar,
Ela cheirava qual panéla de craveiro,
Cum dois mês de fevereiro, nóis vortemo pra casá.
Eu vou dizer, cuma é a Guilhermina,
Que tem a cintura fina, bonita como a manhã,
Quando ela passa, com o seu andar faceiro,
Parece um capau bachero, com doze arroba de lão.
Casar, casar,
Com Maria Guilhermina,
Desde de novo eu tive a sina,
Foi a sorte que marcou....
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Ilnio de Mello Franco -
Cruzeiro/SP
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