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A minha sogra,
Morreu em Caxambu,
Com a tal urucubaca,
Que lhe deu o seu Dudu.
Ai, Philomena,
Se eu fosse como tu,
Tirava a urucubaca,
Da careca do Dudu.
Dudu quando casou,
Quase que levou a breca,
Por causa da urucubaca,
Que ele tinha na careca.
Na careca do Dudu,
Já trepou uma macaca,
E por isso coitadinho,
É que tem urucubaca.
Dudu tem uma casa,
E com chave de ouro,
Quem lhe deu foi o Conde,
Com os cobres do Tesouro.
Se o Dudu sai a cavalo,
O cavalo logo empaca,
Só começa a andar,
Ao ouvir o Corta-jaca.
Dudu tem uma casa,
Que nada lhe custou,
Porque nesse "presente",
Foi o povo que "marchou".
Mas o Rainha,
Cavou o seu também,
Dizendo no Senado,
Tão somente "muito bem."
Eu me arrependo,
De ter ido ao Caju,
E não ter vaiado,
A saída do Dudu.
(Falado)
Vocês estão falando, ele nem faz caso.
Está comendo do bom e do melhor, hein!..
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Ilnio de Mello Franco -
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