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Oi Zambelê, pomba branca voou, caiu na areia.
Água clara molhou mas secou na lua cheia.
Já vi coisa neste mundo,
Que não deu no meu olhar,
Mas eu tenho o peito fundo,
Que é tempo pra contar,
Pra contar.
Vou contar pra quem não sabe,
Que o passado nunca^encerra,
A maior distância cabe,
Em sete palmos de terra,
De terra.
A saudade quando cansa,
De ficar presa na mão,
Vira dor de uma^esperança,
Que não dá no coração,
Coração.
Oi Zambelê,
Oi Zambelê.
Zambelê partiu pensando,
No caminho, de voltar,
Mas o mundo foi rodando,
E parou noutro lugar,
Lugar.
Veio o dia, veio a noite,
A luz do sol virou luar,
E nos olhos de Maria,
A tristeza foi rezar,
Foi rezar.
Maria, na beira da praia,
Viu a saudade chegar,
O mar molhando a saia,
O olhos molhando o mar.
O mar, o mar, o mar, o mar,
O mar, o mar, o mar, o mar,
Oi Zambelê.
Oi Zambelê, pomba branca voou, caiu na areia,
Água clara molhou mas secou na lua cheia....
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Ilnio de Mello Franco -
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