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Você nasceu pro mal,
Somente para o mal,
Sua felicidade,
É a infelicidade,
De alguém que lhe fez bem,
Assim como eu lhe fiz,
E seu prazer é me fazer,
Tão infeliz.
Eu sei que você sabe,
Contar de um a dez,
Mas a sua maldade,
Vem da cabeça aos pés,
Você é um punhal,
Que fura sem sangrar,
Quanto veneno,
Vem da luz do seu olhar.
Quem vê você não diz,
A víbora que é,
Você não vale um grão,
Torrado de café,
Sei que você queria,
Me ver morrer à míngua,
Mas enfim se envenenou,
Com a própria língua.
Não quero ser você,
No seu dia final,
Você é tão ruim,
Não sei de alguém assim,
Sua filosofia,
É sempre contra alguém,
Que covardia,
Tão cruel que você tem !...
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Copyright © 2004 -
Ilnio de Mello Franco -
Cruzeiro/SP
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