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Já vai bem longe este tempo, bem sei,
Tão longe que até penso que eu sonhei,
Que lindo quando a gente ouvia distante,
O som daquele triste berrante,
E um boiadeiro a gritar, êia !
E eu ficava ali na beira da estrada,
Vendo caminhar a boiada até o último boi passar,
Ali passava boi, passava boiada,
Tinha uma palmeira na beira da estrada,
Onde foi gravado muito coração,
Onde foi gravado muito coração.
Lá, lá lá iá lá iá....
Mas sempre foi assim e sempre será,
O novo vem e o velho tem que parar,
O progresso cobriu a poeira da estrada,
E esse tudo que é o meu nada,
Eu hoje tenho que acatar e chorar,
Mas mesmo vendo gente, carros passando,
Meus olhos estão enxergando uma boiada passar....
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Copyright © 2004 -
Ilnio de Mello Franco -
Cruzeiro/SP
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