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Trabalho, trabalho, trabalho,
Veja você, se eu não tenho que falar,
Trabalho, trabalho, trabalho,
Essa mulher, sempre a me reclamar.
Me põe tanto sobre-nome,
Pão, pão, feijão, café,
Que meu verdadeiro nome,
Eu já não como é.
Arranjou um garotinho,
Querido, muito querido,
Mas pegou a mania, de me botar apelido,
Qualquer dia me aborreço e já sei como se faz,
Me deito e não me levanto e não trabalho mais.
Me põe tanto sobre-nome,
Pão, pão, feijão, café,
Que meu verdadeiro nome,
Eu já não como é.
(bis)
Arranjou um garotinho,
Querido, muito querido,
Mas pegou a mania, de me botar apelido,
Qualquer dia me aborreço e já sei como se faz,
Me deito e não me levanto e não trabalho mais....
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Ilnio de Mello Franco -
Cruzeiro/SP
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