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No meu tempo de menino,
Eu não passei vida boa,
Não freqüentava a escola,
Só porque andava à toa,
E pra não perder meu tempo,
Eu ficava na esquina,
No jogo de cara e coroa,
Cara e coroa,
Cara e coroa,
Cara e coroa,
Cara e coroa.
Naquele tempo existia,
Dez réis, vintém e tostão,
Eu soltava papagaio,
E jogava o meu pião,
No domingo de manhã,
Lá no Sítio da Mangueira,
Eu caçava passarinho,
Armado de baleeira.
Baleeira,
Baleeira,
Baleeira,
Atiradeira.
Eu que fui menino pobre,
E me criei na estrada,
Carreguei frete na feira,
Joguei lebre na calçada,
Levei bilhete,
Do rapaz pra namorada,
Só não fui guia de cego,
Ai ai oi oi,
Mas fui craque na pelada.
Na pelada,
Na pelada,
Na pelada,
Na pelada....
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Ilnio de Mello Franco -
Cruzeiro/SP
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