|
Eu sempre te amei,
E desejava sempre, sempre te adorar,
Mas nunca imaginei,
Que de repente, o nosso amor, fosse acabar.
Procuro em vão, a causa,
O motivo mas não acho explicação,
Porque tantas paixões, tantos amores,
Se desmancham sem razão.
Quando um retrato juntinho,
Uma vez nós tiramos,
E teu lencinho guardei,
Sem querer nós brigamos.
Coisas banais, são mistérios da superstição,
Coisas que podem causar, uma separação.
Quando um retrato juntinho,
Uma vez nós tiramos,
E teu lencinho guardei,
Sem querer nós brigamos,
Coisas banais, são mistérios da superstição,
Coisas que podem causar, uma separação.
Quem matou nosso amor,
Foi a superstição....
|
|
Copyright © 2004 -
Ilnio de Mello Franco -
Cruzeiro/SP
Músicas,Antigas,Velha
Guarda,Tangos,Carnavais,Nomes de Mulher,Favoritas,Versões,Poesias,Evolução do
Hino Nacional Brasileiro,Inesquecíveis,Fagueiras,Estados,Brasões,Marchas,
Dobrados,Cep,Ipva,Anatel,Concursos,Públicos,Letras,
|