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| Sala de Reboco |
| Baião |
Luiz Gonzaga |
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| Todo tempo quanto houver, Pra mim é pouco, Pra dançar com meu benzinho, Numa sala de reboco. Enquanto o fole, Tá fungando, tá gemendo, Vou dançando e vou dizendo, Meu sofrer pra ela só, E ninguém nota, Que eu tô lhe conversando, Nosso amor vai aumentando, E pra que coisa mais melhor. Só fico triste quando o dia amanhece, Ai, meu Deus se eu pudesse, Acabar a separação, Pra nós viver, Igualado a sanguessuga, E nosso amor pede mais fuga, Do que essa que nos dão... |
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