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Que infeliz sorte !
Que infeliz sorte !
O que vale que o meu coração,
Pra resistir essa paixão é forte.
E não passava,
As maiores dores,
Pela ingratidão,
Que me fez Dolores.
Passas por mim,
Rindo, cantando,
Dá com os ombros,
Arrastando rapazes,
Me debochando,
E finge para todas,
Estou vingada.
É só pra morrer,
Sem amar não acho prazer.
Que infeliz sorte !
Que infeliz sorte !
O que vale que meu coração,
Pra resistir essa paixão é forte.
E não passava,
As maiores dores,
Pela ingratidão,
Que me fez Dolores.
Tu não mereces ,
Ser recompensada,
Me enganar,
E dizer a todos,
Estou vingada.
E também é mais fraco,
O juízo teu,
Sem acreditar,
No amor meu....
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Copyright © 2004 -
Ilnio de Mello Franco -
Cruzeiro/SP
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