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Quase nada,
Foi bem pouco,
Foi, quase nada.
E amanhã ?
Nada mais restará de nós,
(recitado)
Mesmo o sol,
Da primeira manhã de amor,
Sobre a praia,
Nunca mais o desgosto eu desejo ver,
Em teu rosto,
Quase nada,
Foi bem pouco,
Foi, quase nada,
Nossa historia,
E ao sofrer, estava alheia,
Nada mais nos encadeia,
Saó agora eu posso ver,
Como é tarde demais.
Sim, é tarde, só eu sei, dizer porque,
Serei breve, muito tarde,
E um de nós deve caminhar,
Sem chorar,
Eu não morrerei por ti,
Viverei depois de ti,
Quem sofreu, não pede bis,
Eu preciso sorrir.
Para que ? Insistir,
No que se passou ?
Para ver,
Que jamais,
Nossas vidas se entenderão,
Outra vez,
Apagar as memórias,
de tudo enfim,
Mesmo a mim,
Só assim, nunca mais,
Eu repetirei,
Eu te amo.
Quase nada,
Eu te amo,
Foi, quase nada....
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Ilnio de Mello Franco -
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