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Para tirar, o meu Brasil dessa baderna,
Para tirar, o meu Brasil dessa baderna,
Só quando o morcego doar sangue,
E o saci cruzar as pernas,
Só quando o morcego doar sangue,
E o saci cruzar as pernas,
Toda nossa esperança é somente lembrança do passado,
A alta cúpula vive contagiada, pelo micróbio da corrupção,
O povo nunca tem razão, estando bom ou ruim o clima,
Somente quem está por cima, é a tal dívida externa,
E o malandro que faz aquele empréstimo,
E leva os vinte por cento dela, para tirar !
Já não há alegria de noite e de dia a tristeza não pára,
A vida custando os olhos da cara,
E não temos dinheiro para comprar,
Quem governa o país é muito feliz, não se preocupa,
Tem tudo de graça, não esquenta a cuca,
E o custo de vida só sabe aumentar,
Antigamente governavam decente, sem sacrilégio,
Hoje são indecentes, cheios de privilégio,
É só caô caô pra cima do povo,
Promessa de um Brasil novo,
E uma política moderna,
Mas só quando o morcego doar sangue....
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Ilnio de Mello Franco -
Cruzeiro/SP
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