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Uma lenda do norte,
Conta com singeleza,
O amor de um guerreiro,
A uma jovem princesa,
O pobre namorado,
Andava apaixonado,
Pela floresta negra e sem fim,
A suspirar assim:
Ó minha Caraboo,
Dou-te o meu coração,
Eis a minha paixão,
Para mim só tu
Minha Caraboo.
Ele pediu a mão,
De sua bela imagem,
No caminho encontrou,
Uma tribo sevagem,
Ouve-se um grito forte,
Condenando à morte.
Ah Caraboo pobre infeliz,
Chora enquanto ele diz:
Ó minha Caraboo...
Na porta do palácio,
Ele foi arrastado,
Cortaram-lhe a cabeça,
Ao pobre namorado,
Nesta mesma ocasião,
Viu-se um milagre então,
E a cabeça enquanto rolava,
Baixinho ainda murmurava.
Ó minha Caraboo.....
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Copyright © 2004 -
Ilnio de Mello Franco -
Cruzeiro/SP
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