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Bateu, valeu,
Onde bate, fica,
Que amor é esse Sinhá ?
Que ninguém explica.
(bis)
Êta amor mais desalmado,
Perigoso e apimentado,
Dá um nó de marinheiro,
Ruim, de ser desatado.
E se a gente solta um pouco,
A vontade vence e fica,
Mas, Sinhá me dá uma dica,
Desse amor, que onde bate, fica.
Bateu, valeu,
Onde bate, fica,
Que amor é esse Sinhá ?
Que ninguém explica
(bis)
Eta amor desesperado,
Deixa a gente escravisado,
Tem um cheiro de inocência,
Com um gosto de pecado.
E se a gente chuta um pouco,
Mais a coisa se complica,
Por favor, Sinhá me explica,
Esse amor, que onde bate, fica.
Bateu, valeu,
Onde bate, fica,
Que amor é esse Sinhá ?
Que ninguém explica
(bis)...
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Ilnio de Mello Franco -
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