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Coitadinha da
Inês,
Minha camarada,
Porque foi ao Municipal,
Ficou mascarada,
E diz que o samba Brasileiro,
De teléco téco,
Pra ela, não vale nada.
Vejam só que despeitada !
Que mulher danada,
Vá dizer na feira,
Não tem ouvido apurado,
O busto é estragado,
O Inês, vê se te manca,
Tua erudição,
É um falso rebolado,
Fico até envergonhado.
Com a mania lírica,
Que ela adquiriu e vive a ensaiar,
Está colecionando,
O repertório da Bidú Saion.
Que papelão !
Ela teve a ousadia, de ir ao Municipal,
Cantar a opereta,
Romeu e Julieta,
E quando quis dar um agudo,
Ela fez uma careta.
E a coisa ficou preta !...
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Copyright © 2004 -
Ilnio de Mello Franco -
Cruzeiro/SP
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