|
Eu sinto que você, ultimamente,
Não é a mesma que foi para mim,
Já não me abraça como antigamente,
Não me olha mais de frente.
E você não era assim.
As coisas com você estão mudando,
Já não conheço mais seu tom de voz,
Parece uma raposa se esquivando,
E com manhas evitando,
De ficar comigo a sós,
Existe alguma coisa atrapalhando,
Deve ser alguém tentando,
Acabar tudo entre nós.
Você pode ser como a raposa,
Que com sete manhas, nasceu,
Mas a manha de sete raposas,
Quem tem na verdade sou eu.
Eu sinto que você,ultimamente,
Não é a mesma que foi para mim,
Já não me abraça como antigamente,
Não me olha mais de frente,
E você não era assim.
As coisas com você estão mudando,
Já não conheço mais seu tom de voz,
Parece uma raposa se esquivando,
E com manhas evitando,
De ficar comigo a sós,
Existe alguma coisa atrapalhando,
Deve ser alguém tentando,
Acabar tudo entre nós.
Você pode ser como a raposa,
Que com sete manhas nasceu,
Mas a manha de sete raposas
Quem tem na verdade sou eu....
|
|
Copyright © 2004 -
Ilnio de Mello Franco -
Cruzeiro/SP
Músicas,Antigas,Velha
Guarda,Tangos,Carnavais,Nomes de Mulher,Favoritas,Versões,Poesias,Evolução do
Hino Nacional Brasileiro,Inesquecíveis,Fagueiras,Estados,Brasões,Marchas,
Dobrados,Cep,Ipva,Anatel,Concursos,Públicos,Letras,
|