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Noite de lua,
Um seresteiro, na rua,
Canta a seu único amor,
Uma canção tão sentida,
Cheia de mágoa e de vida,
Um lacrimário de dor.
A alma ferida,
Muitas penas, doloridas,
Guardou o teu coração,
E a lua o céu incendeia,
Derrama um pranto de estrelas,
Ouvindo a triste canção.
Nessa janela fechada,
Quantos sonhos, a sua amada,
O seresteiro, cantou,
E o silencio da noite,
Maltrata qual um açoite,
Aquele que tanto amou,
Ela, em seu leito dormindo,
Não escuta quem está carpindo,
O pranto da sua dor,
Entre a coberta rendada,
Sonha com outro, abraçada,
Trocando beijos de amor....
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Copyright © 2004 -
Ilnio de Mello Franco -
Cruzeiro/SP
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