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Parem de me aconselhar,
Não me atirem no rosto,
Que esta mulher é vulgar,
Pois é dela que eu gosto.
Ela talvez não disfarce,
O que muita gente faz às escondidas,
E para os homens que amam,
Não há mulheres perdidas.
Há tanta falsa moral,
Tanta hipocrisia,
Não há o bem sem o mal,
Velam quanta ironia.
Mela eu consigo encontrar,
O que eu procurei por toda a minha vida,
E ao seu lado achei,
A esperança perdida.
Guardem para vocês seus conselhos,
Procurem se olhar nos espelhos,
E atire uma pedra quem nunca pecou,
Ela tem muitos defeitos,
E algumas virtudes,
Mas foi com ela que eu pude,
Achar meu caminho,
E viver em paz....
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Copyright © 2004 -
Ilnio de Mello Franco -
Cruzeiro/SP
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