I M F - Musicas Antigas, Rimas Antigas  e da Velha Guarda

Titulo - Ébrio de amor

Ritmo - Bolero

Autor/es - Palmeira / Ramoncito Gomes

Obs. - Gravação de Lindomar Castilho - Atualização de agosto de 2004 

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* * * * * * * * * * *

Tudo fiz para viver sempre contigo,
Meu desejo era fazê-la feliz,
Mas a minha negra sorte traiçoeira,
Foi um outro quem roubou você de mim,
Eu queria para sempre nesta vida,
Ser o dono do teu corpo sedutor,
Mas sou pobre, não lhe ofereço riquezas,
E você só quer viver ébrio de amor.

E assim eu vou seguindo o meu destino,
Com aquelas que compreendem minha dor,
Me confortam aliviando minha mágoa,
Nesta ambiente infeliz e pecador,
Reconheço não mereço seu carinho,
Mas de si não guardo ódio nem rancor,
O que eu sinto é vê-la sem felicidade,
E você só quer me ver ébrio de amor.

(recitado)
Mulher, a dor que trago comigo,
É como um doce castigo que amarga e dá prazer,
O coração não esquece o vulto por quem padece,
Mais sofre, mais quer sofrer,
Por isso nesta canção,
Eu que tenho coração, não posso ficar calado,
Lhe digo mulher querida,
Que a dor maior desta vida,
É amar sem ser amado....
(bisa a 2ª)

Copyright © 2001   -   Ilnio de Mello Franco   -   Cruzeiro/SP
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