I M F - Musicas Antigas, Rimas Antigas  e da Velha Guarda

Titulo - Borbulhas de Amor - Versão

Ritmo - Bolero

Autor/es - Juan Luiz Guerra - Vs. Ferreira Gullar

Obs. - Gravação de Raimundo Fagner - Atualização de dezembro de 2004 

* * * * * * * * * * *

Tenho um coração,
Dividido entre a esperança e a razão,
Tenho um coração,
Bem melhor que não tivera,
Esse coração,
Não consegue se conter ao ouvir tua voz,
Pobre coração,
Sempre escravo da ternura.

Quem dera ser um peixe,
Para em teu límpido aquário mergulhar,
Fazer borbulhas de amor pra te encantar,
Passar a noite em claro dentro de ti, 
Um peixe para enfeitar,
De corais tua cintura,
Fazer silhuetas de amor à luz da lua,
Saciar esta loucura dentro de ti.

Canta coração,
Que esta alma necessita de ilusão,
Sonha coração,
Não te enchas de amargura,
Esse coração,
Não consegue se conter ao ouvir a tua voz,
Pobre coração,
Sempre escravo da ternura.

Quem dera ser um peixe,
Para em teu límpido aquário mergulhar,
Fazer borbulhas de amor pra te encantar,
Passar a noite em claro dentro de ti, 
Um peixe para enfeitar,
De corais tua cintura,
Fazer silhuetas de amor à luz da lua,
Saciar esta loucura dentro de ti.

Uma noite para unirmos até o fim,
Cara a cara, beijo a beijo,
E viver para sempre dentro de ti....

Copyright © 2001   -   Ilnio de Mello Franco   -   Cruzeiro/SP
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