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Aguenta o galho,
Deixa quem quiser falar,
Pois esta gente fala,
Sem saber o porque,
Que falem mal,
De quem procede mal esta certo,
Mas não está certo,
É que falem de você.
Mulher que nunca deu motivo,
Pra zum , zum , zum , zum,
Não pode andar na boca não,
De qualquer um,
Mulher que nunca deu motivo,
Pra zum , zum , zum , zum.
Não pode andar na boca não,
De qualquer um.
Dona de casa,
Que não tem o que fazer,
O dia inteiro,
Debruçada na janela,
Que deixa o tanque,
E se esquece da panela,
E a vizinhança,
Nem toca no nome dela.
Mulher que nunca deu motivo,
Pra zum , zum , zum , zum,
Não pode andar na boca não,
De qualquer um.
Mulher que nunca deu motivo,
Pra zum , zum , zum , zum,
Não pode andar na boca não,
De qualquer um !...
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Copyright © 2004 -
Ilnio de Mello Franco -
Cruzeiro/SP
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