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A noite quando me deito,
Eu rezo à Virgem de Macarena,
Assim sózinha em meu quarto,
Falo à Virgem Santa,
Todo o meu tormento,
É de coração que eu peço,
Que alguém um dia me queira,
Que abrace com ternura,
E me beije com doçura.
Ó Virgem, ó Virgem Santa,
Porque sofro tanto ?
Ouve o que pede,
Ouve o que pede,
A angustia do meu pranto.
Porque, ó santa querida ?
Não encontro na vida,
Alguém para o meu amor ?
Porque, ó santa querida ?
Não encontro na vida,
Alguém para o meu amor ?
Alguém que seja ternura,
E viva comigo os sonhos quer sonhei ?
É de coração que eu peço,
Que alguém um dia me queira.
Ouve o que pede,
Minh'alma aflita,
Minha virgem santa,
Minha devoção é a ti,
Macarena !...
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Copyright © 2004 -
Ilnio de Mello Franco -
Cruzeiro/SP
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